Quando tomamos uma vacina, nosso corpo aprende a reconhecer e combater um vírus ou bactéria de forma segura, sem precisar passar pela doença. Entretanto, nem todas as vacinas funcionam da mesma maneira, e por isso que algumas precisam de doses de reforço e outras não.
O que influencia isso?
- Tempo de proteção do organismo:
Algumas vacinas oferecem uma imunidade duradoura com apenas uma dose, como é o caso da vacina contra a febre amarela. Isso acontece porque o sistema imunológico cria uma memória forte e duradoura.
Já outras vacinas, como as pneumocócicas, exigem reforços para que essa proteção continue eficaz ao longo do tempo.
- Tipo de vacina e resposta do corpo:
O tipo de tecnologia usada influencia diretamente na duração da imunidade. Vacinas com vírus vivos atenuados costumam garantir proteção mais longa, enquanto vacinas com vírus inativados podem precisar de mais doses para “ensinar” o sistema imunológico de forma completa.
- Mudança nos agentes infecciosos:
Alguns vírus sofrem mutações com o tempo, como o vírus da gripe. Por isso, a vacina precisa ser atualizada e aplicada anualmente, garantindo proteção contra as variantes mais recentes.
- As doses de reforço fortalecem a memória imunológica:
As doses de reforço funcionam como uma “revisão” para o sistema imunológico. Elas aumentam os níveis de anticorpos e reforçam a memória de defesa, garantindo que o organismo responda de forma rápida e eficiente se entrar em contato com o agente causador da doença.
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